segunda-feira, 3 de abril de 2017

Um ensinamento sobre comunidades

 Gautama Buddha, 3 de Abril de 2005

EU SOU Gautama e vim de novo através da minha Mensageira.
Hoje quero debruçar-me sobre o tema das relações entre os membros de diferentes comunidades e de grupos religiosos.
É muito fácil estabelecer uma relação pessoal com Deus dentro de ti. E é muito difícil estabelecer relações com outras pessoas que, ao que parece, seguem o mesmo Caminho que tu e deviam ser tuas amigas. É exatamente nestas pessoas que seguem o mesmo Caminho que encontras a mais forte oposição e recebes os sentimentos mais negativos, tais como o ódio, a inveja e o julgamento.
Porque é que isto acontece?
Muitos de vocês já se colocaram esta questão e tentaram encontrar a resposta, em vão.
Os vossos companheiros de Caminho são na realidade vossos parceiros kármicos. Atraíram-se mutuamente  para resolver as vossas incompatibilidades kármicas. Não há uma única dívida que possa ser redimida. É por isso que, quando alcançam um certo nível de realização espiritual, não podem avançar mais até cruzarem-se com todos os indivíduos encarnados com os quais tenham problemas kármicos por resolver.
E assim se explica que, por um lado, acabam por encontrar-se num círculo de pessoas em que todas sentem-se atraídas pelo Ensinamento e querem alcançar o esclarecimento sobre a Verdade Divina. Por outro lado, essas mesmas pessoas ou têm dívidas kármicas para convosco ou vocês têm para com elas.
Consequentemente, os conflitos dentro dos movimentos religiosos, com frequência, tornam-se muito agudos e atingem um grau de hostilidade tal que até parece que as pessoas que a eles pertencem nada possuem em comum com Deus e antes parecem servir o próprio demónio.
Dentro de vós, existe Deus e existe o diabo. Não existem pessoas encarnadas perfeitas.
Para que a pura perfeição possa encarnar neste planeta, é obrigada a aceitar sobrecarregar-se voluntariamente com problemas kármicos próprios deste planeta, de tal modo que, quando vocês se cruzam com esta perfeição Divina em carne e osso podem até tomá-la pelo próprio diabo.
A verdade é que as almas mais perfeitas que encarnam procuram tomar o maior fardo kármico que lhes seja possível, a fim de aliviar a carga das pessoas a quem esses karmas pertencem.
Por assim ser é que, hoje, transmito-vos este Ensinamento e dou-vos este entendimento sobre a interação das pessoas dentro de uma comunidade, para que compreendam porque é que muitas pessoas ao se defrontarem com os problemas de uma comunidade, preferem abandoná-la e procurar outra com problemas mais leves e mais estável e equilibrada nas suas manifestações. Ao agirem deste modo, esquecem que, de acordo com a qualidade das suas vibrações, serão atraídas para aquele determinado grupo de pessoas que lhes dará a mais rápida oportunidade para saldarem as suas dívidas kármicas.
Nem todos os problemas e imperfeições podem ser superados por meio de orações e de outras práticas espirituais. Alguns só poderão ser superados e ultrapassados, quando vocês se cruzarem com as pessoas com quem têm vínculos kármicos e trabalharem esse karma em comunicação direta, resolvendo o conflito e superando-o, antes de mais, na vossa própria consciência.
Assim sendo, nunca deverão sentir raiva ou indignação, quando um dos vossos irmãos no Caminho tratar-vos de uma forma que considerem, em vosso entender, injusta. Têm, aí, a oportunidade de saldar a vossa dívida kármica para com essa pessoa da forma mais leve possível. Imaginem que mataram essa pessoa numa vida anterior. E que, nesta vida, essa mesma pessoa apenas vos insultou verbalmente, vos expulsou da comunidade ou vos fez a vida impossível na comunidade, usando da intriga e de mexericos.
Essa situação, far-vos-ia pensar que seria mais fácil ser morto do que suportar essa penosa dor interior.
Deixem que Deus decida qual a melhor maneira de saldarem as vossas dívidas kármicas. Deixem que Deus cuide da vossa alma. Acreditem que a vida vos traz precisamente aqueles testes e aquelas situações que melhor contribuem para o vosso progresso no Caminho.
Por mais que andem dum grupo religioso ou duma comunidade para outra, à procura dum lugar onde se sintam mais confortáveis com os outros membros, não encontrarão o que procuram em lado nenhum, porque a energia que emana das vossas auras não permitirá que encontrem nenhum local onde possam esconder-se das vossas dívidas kármicas. É somente a vossa parte irreal, o ego, que procura culpar os outros pelos vossos problemas.
E até conseguirem quebrar a resistência deste vosso inimigo, defrontar-se-ão com situações dolorosas que magoar-vos-ão e causarão emoções fortes e feridas espirituais.
Não podem mudar os outros nem a vida na Terra - pelo menos conseguir mudanças significativas numa só vida. Mas podem mudar a vossa atitude para com as circunstâncias da vida. E podem também mudar a atitude para com as pessoas que vos insultam, e cometem atos desagradáveis contra vós.
Se vocês forem ouro, não importa quanto se enlameiem no decorrer da vossa vida, nem o que vos chamem os ofensores, continuarão a ser ouro.
Cada um de vocês é uma tal pepita de ouro. Todos vocês possuem a perfeição dentro de vós. Mas a camada de lama que encobre a vossa perfeição, o vosso ouro, impede as outras pessoas de identificarem dentro de vós a natureza perfeita, Divina.
Será possível que um grupo consiga criar relações que se conformem com os padrões elevados do ensino dado pelos Mestres, Profetas ou Mensageiros?
Claro que é possível, mas somente quando todo o grupo avança em conformidade com o plano Divino e desde que o grupo aspire atingir as alturas do serviço Divino, materializado na forma de serviço ao próximo, serviço à vida e a todas as suas manifestações.
O grupo formado por indivíduos que atingiram estádios elevados no caminho espiritual é sempre harmonioso e isento de conflitos. Mas é necessário que exista, entre os seus membros, pelo menos uma pessoa com um nível de realização suficientemente elevado e cujo exemplo seja seguido pelos outros membros.
Também acontece, por vezes, que uma pessoa, de repente, comece a ver as coisas com clareza, que uma iluminação espiritual desça sobre ela e ela procure partilhar a sua experiência com os membros do grupo que lhe são próximos e, em vez de alegria e apoio, encontre um muro de incompreensão e até acusações de orgulho e imperfeição.
Isto significa que, o nível geral do grupo não lhe permite reconhecer e aceitar as realizações do seu irmão. Desse modo, o grupo perde aquele que poderia ser o seu farol espiritual, a pessoa que traria ao grupo a sua Luz e as suas conquistas.
Muitas situações podem ocorrer nos diferentes grupos e o que é importante é passar por todas essas situações, aceitando-as, porque todas elas são geradas pelo Creador, para proporcionar-vos oportunidades de aperfeiçoamento em Deus, rejeitando as vossa imperfeições.
Consequentemente, cada um tem o que merece. Porém, não quero que sentimentos de pesar e de desânimo instalem-se nas vossas almas depois da nossa conversa de hoje.
Efetivamente, a elevação ao nível seguinte de consciência acontece muito rapidamente, em poucos segundos. Só têm que manter, na vossa consciência, a correta orientação, a correta direção e a correta aspiração, constantemente.
Se vos damos estes Ensinamentos, é exatamente com o propósito de mexer com a vossa consciência e de mostrar-vos a direção certa a dar às vossas aspirações.
Não dirijam a atenção para a camada de lama que cobre as almas das pessoas que vos rodeiam. Sejam capazes de discernir a natureza Divina de cada pessoa, por detrás dessa camada de lama.
Tentem encontrar, à vossa volta, os modelos certos para imitar. Nestes Ensinamentos, irão encontrar muitas sugestões sobre como fazê-lo.
Desejo-vos sucesso no vosso Caminho.
EU SOU o vosso irmão Gautama.


Mensagem da webpage: www.sirius-eng.net
Tradução de: José Caldas in Palavras de Sabedoria, Tomo I, pág.149, Publicações Maitreya

Revisão de: Anandi Dhuni

domingo, 2 de abril de 2017

O futuro da Rússia está ligado ao restabelecimento da verdadeira fé


Senhor Shiva, 2 de Abril de 2005

EU SOU Shiva! Eu vim!
Vim até vós através desta mensageira. Aqui estou!
O meu nome é Shiva. Shiva!
Eu SOU Shiva!
Na Índia que é um país longínquo para o mundo civilizado ocidental, sou respeitado como a mais Elevada Divindade. Milhões de pessoas adoram-Me, rezam a Mim e dedicam-Me sacrifícios.
Sou o Deus Supremo e tenho um temperamento severo. No entanto, sou o melhor amigo das pessoas que são minhas devotas, e elas podem comunicar comigo, usufruir da Minha Presença e do nosso contacto.
Com as pessoas que não respeitam Deus, que se esqueceram da sua natureza Divina e que não reverenciam Deus dentro de si nem à sua volta, sou muito severo.
Deus é tudo. Deus é tudo o que existe à tua volta, até onde a vista pode alcançar. Também és Deus. Sim, és Deus em encarnação, mas a tua natureza Divina só pode manifestar-se quando consegues satisfazer determinadas condições.
Dir-te-ei o que tens de fazer para tornares-te Deus.
Primeiro, deves amar e respeitar Deus em tudo o que te rodeia. Não existe nada que te separe das outras partículas de vida, independentemente de tratar-se de uma minúscula formiga ou do mais avançado Guru.
Tu és todas as formas de vida, mas, simultaneamente, tu és a personificação da Divindade que existe dentro da tua forma física limitada. E é precisamente a tua forma física que te separa da tua Divindade inata. Esta forma foi-te concedida temporariamente para que pudesses testar-te na vida terrena durante muitos milhões de anos, vindo em milhares e milhares de encarnações.
Tu tens vindo a usar esta forma, de acordo com os propósitos determinados por Deus. Deus deseja manifestar-Se através da tua forma física. A tua parte é permitires que Deus se manifeste através de ti.
Deves curvar-te perante o Deus que és na realidade. Este é o dever de todos os seres humanos. Tens de cuidar da tua forma, mantê-la apta e nutri-la com os elementos necessários.
Seja como for, nunca podes esquecer que és Deus e, por isso mesmo, não podes fazer coisas indignas de Deus.
Observa a tua vida e as suas circunstâncias. Será que correspondem ao Padrão Divino?
É importante que prestes atenção a todos os aspetos da tua vida. O que é que comes? O que é que vestes? Com quem é que comunicas? Como tratas as pessoas das tuas relações e os teus amigos?
Todos eles também são deuses em forma física e a tua atitude para com eles deve ser semelhante à tua atitude para com Deus. Podes frequentar um templo ou uma igreja, aí encontras ícones e veneras esses Deuses. Mas não existe grande diferença entre ti, as pessoas à tua volta e os Deuses no templo. Todos Nós somos manifestações da Divindade.
Sim, todos Nós somos manifestações da Divindade em diferentes níveis e, isso, não faz grande diferença.
Terás de concordar que se tratares-te a ti mesmo como Deus e se tratares aqueles que te rodeiam como Deuses, a tua vida mudará. Se conseguires manter a imagem da Divindade na tua consciência por muito tempo, mais rápido a tua vida começará a mudar.
É por esta razão que é necessário teres uma representação de Deus em tua casa ou no teu local de trabalho.
E muito importante teres, à frente dos teus olhos, um modelo para poderes imitar. Na medida em que o teu mundo é um mundo de formas, é muito importante que visualizes Deus continuamente, sabendo que tu e Ele são inseparáveis.
Concordas comigo? Gradualmente, tornas-te Uno e inseparável das imagens que manténs na tua consciência e às quais aspiras.
Observa tudo aquilo que te rodeia em tua casa, na rua. Toma atenção às imagens que fixas, quando assistes aos anúncios publicitários que enchem os programas televisivos. Crês que tudo isso se assemelha à realidade Divina?
Ofereço-te a forma mais simples e económica de tornares-te Deus. Apenas tens de evitar as imagens imperfeitas e rodeares-te de imagens Divinas perfeitas. Não importa a que religião essas imagens pertençam.
Devem ser imagens que elevem a tua consciência e te permitam manter um estado de consciência mais perfeito, aproximando-te o mais possível das vibrações Divinas perfeitas.
Eu sou Shiva. Raramente me manifesto através de pessoas que não adiram às crenças Hindus. As pessoas no Ocidente não sabem tratar corretamente com Deus.
É por isso que aconselho-vos a aprender as tradições da Índia, como o país que conseguiu preservar a tradição de respeito a Deus e no qual as pessoas que dedicam a sua vida a servir a Deus são altamente apreciadas.
Não existe nenhum outro país no mundo que tenha tão boas condições para o serviço a Deus como a Mãe Índia.
Eu amo as pessoas deste país e aspiro a habitar no povo da Índia.
Se a Rússia conseguir criar uma atitude correta em relação à educação para a moralidade e para o respeito a Deus, será uma felicidade para este país. A Rússia é um país que Deus ama. O futuro da Rússia está ligado ao restabelecimento das tradições da verdadeira fé – a fé que não se baseia nas manifestações externas de respeito, mas no respeito interior pelo Deus que habita em cada ser humano.
No momento presente, a tarefa mais importante é educar a nova geração na tradição de respeito pelas gerações mais velhas e pelo Deus que habita em cada ser humano.
Qualquer imagem externa de Deus, ajuda-te a lembrar a tua natureza Divina e a natureza Divina das pessoas que te rodeiam.
O respeito a Deus não tem nada haver com religião. A religião é um caminho externo que é necessário até um determinado nível, mas não deves dar demasiada atenção a esse caminho.
Na Índia há muitos templos onde as pessoas servem os Deuses. Também existem muitos seres humanos sábios e professores de yoga que ensinam as pessoas a respeitar a Divindade no seu coração e que mostram-lhes como comunicar diretamente com o Um dentro delas mesmas e com os Deuses que estão sempre disponíveis.
Eu prometo manifestar-Me àqueles de vós que apelem para mim no vosso coração. Eu virei e ajudar-vos-ei a resolver o problema mais urgente, que retarda a vossa evolução espiritual.
EU SOU Shiva e estou feliz por comunicar convosco hoje.

Mensagem da webpage: www.sirius-eng.net
Tradução de: Anandi Dhuni



sábado, 1 de abril de 2017

Chegou o tempo de realizarem o êxodo na vossa consciência

Moisés, 1 de Abril de 2005

EU SOU Moisés e venho através desta Mensageira. Eu vim!
Muitas centenas de milénios passaram desde o tempo dos eventos descritos na Bíblia como o êxodo dos judeus que estavam no Egito. Eu estava realmente encarnado na Terra com a missão de liderar a Quinta Raça-Raíz ariana do continente da Atlântida que deveria transitar para o continente da Eurásia, que havia sido formado um pouco antes. Muito mais tarde, estes eventos foram modificados e transformados em lendas e contos de muitos povos e, depois, chegaram aos leitores atuais, sob a forma de uma narração bíblica.
Mas estes eventos são muito mais antigos.
Nós vivíamos num continente onde duas forças se digladiavam numa guerra constante. Havia pessoas que mantinham a devoção a Deus no seu coração e outras que, embora mantendo a memória da sua fonte espiritual, cederam às tentações do mundo da ilusão, usando as suas capacidades para usufruir dos benefícios deste mundo.
Tudo acontecia exatamente como no vosso mundo atual.
Havia pessoas que guardavam a centelha Divina bem no seu interior, mas também havia as que decidiam usar a energia Divina para fortalecer o seu próprio poder e domínio.
Tudo era exatamente como agora. Muito poucas pessoas da nova raça, que se desenvolveu no coração da velha raça dos Atlantes, estavam preparadas para ascender para o nível de desenvolvimento evolutivo seguinte.
Eu estava encarnado na Terra. A minha tarefa era separar essas pessoas, as sementes da futura raça e a raça dos Atlantes que se afundava no pecado, e conduzir a futura raça para a Terra Prometida, porque o continente atlante estava a ser destruído pelas águas, varrido da face da terra juntamente com os Atlantes indisciplinados, que não quiseram submeter-se a Vontade Divina.
Juntei as pessoas que confiaram em mim e levei-as para uma nova terra no Oriente.
Estas pessoas deveriam esquecer a própria existência da terra atlante. Dei-lhes uma nova lei escrita nas Tábuas, uma lei que era-lhes compreensível e que afirmava os princípios básicos necessários para a evolução da nova raça humana.
Fiquei extremamente indignado e irritado quando, um dia, ao regressar da minha meditação com Deus, vi o meu povo a dançar diante do bezerro de ouro, em adoração a um Deus externo, em vez de respeitar a morada de Deus no seu interior.
Senti uma raiva tão forte que parti as tábuas onde havia escrito a Lei.
Pedi que os culpados fossem punidos severamente para que, mesmo muitos séculos depois, as pessoas se lembrassem e fossem cautelosas quando encorajadas a seguir o caminho da adoração dos deuses externos.
Foi uma punição extremamente severa. Eu havia desesperado com a situação, não sabia mais o que fazer para influenciar a consciência dessas pessoas ainda semi-selvagens.
Utilizei a força para tentar que elas acreditassem no verdadeiro Deus e esta foi a minha grande falha.
No entanto, não quebrei a lei do Karma. Os tempos eram diferentes e o meu desejo de elevar a consciência das pessoas até ao nível da minha era sincero. Muito poucos sabem que, nessa vida, fui punido pelas minhas ações. Fui morto pelo meu próprio povo. A Lei do Karma foi cumprida.
Naquele tempo, o povo recebeu o melhor que se lhe podia dar em função do grau de desenvolvimento da sua consciência.
A luta no plano físico da Terra já se arrasta há muitas centenas de milénios. As pessoas matam-se umas às outras por causa das suas crenças ou convicções. Muitos continuam a sentir ódio contra todos os que tem convicções religiosas ou morais diferentes, cor de pele ou costumes diferentes.
Toda a história da evolução humana representa em si mesma um contínuo de guerras e de lutas pelo poder, pelas riquezas materiais, um contínuo de assassinatos, violência, guerras, desastres e sofrimento.
Eu não fui muito cruel com o meu povo no meu desejo de ensinar-lhes uma lição. Atuei no âmbito do nível de consciência que tinham atingido na época. É por isso, que digo que não violei a Lei do Karma.
Se nessa altura, tivesse tentado ensinar os meus discípulos como Buda, Cristo ou Zoroastro fizeram muitos milhares de anos mais tarde, dificilmente teria encontrado alguém que me seguisse.
Era uma época cruel e o grau de violência aplicada por mim era justificado e adequado.
Agora, um novo ciclo começou. A consciência da humanidade tem de elevar-se para o nível evolutivo seguinte. Contudo, uma guerra contínua está a ser travada, tal como nos tempos em que a 4ª Raça estava a ser substituída pela 5ª Raça.
O caráter desta guerra é ainda mais destrutivo. Dezenas de milhões de pessoas tornaram-se vítimas da última Grande Guerra. Devido aos modernos meios de comunicação, todos os países acabam por ver-se envolvidos imediatamente em qualquer conflito que deflagre.
O mundo agora é como um barril de pólvora. Uma só faísca é suficiente para fazer explodir todo o planeta.
Em tais circunstâncias, a recusa em participar em qualquer manifestação de violência torna-se vital. Mas, antes demais, vocês têm de desistir de qualquer manifestação de violência na vossa própria consciência.
Como sabem, a noite é muito escura, logo antes do amanhecer. As últimas guerras globais com os seus milhões de vítimas têm de cair no esquecimento. A Terra não consegue suportar nem mais uma guerra global. É por isso que vim dar-vos este ensinamento sobre a violência e sobre a urgente necessidade de renunciar à sua aplicação.
Por muitas centenas de milhares de anos, a evolução da humanidade encontrava-se num ciclo em que a violência era permitida. Mesmo a responsabilidade kármica pelos assassinatos nas guerras e nos conflitos não era tão pesada como é agora.
E agora, de acordo com o novo estádio da evolução cósmica, o vosso planeta está a entrar num novo período em que vocês adquirem uma dívida kámica, não só quando é cometido um assassinato físico, mas também quando mentalmente desejam a morte dos vossos inimigos.
O tempo para um novo êxodo chegou. Será um êxodo para uma nova raça humana, que já está encarnada e continuará a encarnar para substituir a 5ª Raça de Raiz.
Chegou o momento de realizarem um êxodo na vossa consciência e dentro dela separarem-se de tudo o que é obsoleto e velho.
A recusa de qualquer manifestação de violência será uma característica das pessoas da nova raça. Não quer dizer que a violência vá desaparecer da superfície da terra num futuro próximo. Levará muito tempo e muitas gerações terão de substituir-se antes que a humanidade seja capaz de desistir da violência e do sentimento de conflito, e acima de tudo o faça na sua consciência.
Surgirão territórios completos habitados por pessoas dotadas de uma nova consciência. E também haverá territórios em que predominará a velha consciência e o velho pensamento.
Os territórios em que a velha forma de pensar predomina serão gradualmente cobertos pela água. Novos territórios irão emergir em que a nova raça instalar-se-á. No momento presente, as pessoas da nova raça apenas diferem das outras pelo seu nível de consciência absolutamente novo e a sua absoluta recusa em aceitar qualquer manifestação de violência e sentimento de conflito.
Chegou o momento para um novo Êxodo ser realizado no interior da vossa consciência.
Num período de tempo relativamente breve, esta nova consciência permitir-vos-á libertarem-se da maioria dos vossos apegos ao mundo e à própria existência material.
E não mais haverá necessidade de punir os povos que persistam na relutância de aceitar as exigências dos novos tempos. Serão eles próprios que se auto-condenarão e a Mãe-Terra não hesitará em libertar-se deles.
EU SOU Moisés e vim, de novo, mostrar-vos o caminho do Êxodo.

Mensagem da webpage: www.sirius-eng.net
Tradução de: José Caldas in Palavras de Sabedoria, Tomo I, pág.144, Publicações Maitreya
Revisão de: Anandi Dhuni